Pesquisador defende ação sindical para autodefesa dos trabalhadores contra covid-19

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Sem vacinação completa de todos que lidam com o trabalho em educação — professores, auxiliares e técnicos-administrativos — e ainda pais e alunos, a “rotina de trabalho será desesperadora” nas escolas, disse Heleno Filho.

No Contee Conta desta terça-feira (8), primeiro do ano, o epidemiologista e pesquisador do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Saúde da UnB (Universidade de Brasília) Heleno Rodrigues Corrêa Filho defendeu que os sindicatos dos trabalhadores em educação criem comitês de autodefesa contra a covid-19.

Sobre a estratégia para evitar o aumento do contágio da virose, “nós perdemos a batalha contra os governos [federal e estaduais] que devolveram as crianças [e jovens] para a sala de aula, os professores e os trabalhadores em educação, sem esquema de vacinação completa e sem monitoramento das condições de etiqueta de higiene interna das escolas”, esclareceu o pesquisador.

Com a volta às aulas, a “rotina de trabalho será desesperadora” para os trabalhadores — professores, auxiliares e técnicos administrativos —, comentou o professor.

“Jogaram o pessoal nas escolas” sem a vacinação completa dos trabalhadores em educação e também dos alunos, em particular das crianças, cuja vacinação começou há pouco mais de duas semanas.

Nesta transmissão, o coordenador-geral da Contee, Gilson Reis, conversou com o epidemiologista e pesquisador Heleno Corrêa Filho, colaborador associado do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Saúde da UnB (Universidade de Brasília) e da Escs-Fepecs (Escola Superior de Ciências da Saúde da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde) sobre o impacto da nova onda de covid-19 e a retomada das atividades escolares presenciais.

Assista a íntegra da conversa:

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