Assembleias Continuadas com Visitas às Escolas

postado em: Notícias, Outros | 0

O Sinpronorte realizou assembleias em Jaraguá do Sul (21/11), Joinville (24/11) e São Bento do Sul (28/11) e está dialogando nos locais de trabalho, em forma de assembleia continuada para apresentar as propostas e receber o aval das categorias acerca das reivindicações que serão defendidas nas campanhas salariais de 2019. No próximo ano, serão negociadas cláusulas econômicas e sociais.

Para as questões econômicas, a proposta é de reajuste integral da inflação do período somado de 3% de ganho real.

Além do reajuste salarial, reivindicamos:

  1. Direitos iguais aos Auxiliares de Classe: O Sinpronorte compreende que todos os direitos garantidos aos professores devem ser estendidos aos auxiliares de classe.

  2. Triênio a cada três anos completado na escola mais 3% será acrescido no salário, podendo chegar a 21%.
  3. Bolsa de estudo: podendo chegar a 100%. Imaginamos aqui uma bolsa de estudos de 50% no valor de R$300,00 mensais. No período de um ano chega-se ao valor de R$ 600,00
  4. Licença abonada de falta no trabalho para: a) acompanhar seu filho menor ou incapaz ao médico durante 4 dias no ano; b) se não é casada e resolve casar no civil, licença abonada de 9 dias; c) 9 dias também em caso de luto pelo falecimento de cônjuge, pais ou filho e de 2 dias em caso de falecimento de irmãos.
  5. Remuneração das atividades extraclasse como festas, gincanas, viagens. Esta última inclusive do tempo de deslocamento.

  6. Pagamento das reuniões pedagógicas quando estas ocorrerem fora do horário de aula da professora.

  7. Sem redução salarial: A irredutibilidade também se aplicará a redução da carga horária, mesmo que o valor da hora aula do professor não seja alterado.

  8. Pagamento de um salário à família do/a trabalhador/a a título de auxílio funeral, caso venha a falecer

  9. Não poder ser demitido/a após 15 de outubro sob pena de ser indenizada até o próximo período letivo

  10. Homologação da rescisão do Contrato de Trabalho no Sindicato. O Sindicato é quem vai assegurar ao trabalhador no ato da homologação que seus direitos trabalhistas estão sendo cumpridos e que todos os valores pagos e descontados estão corretos. Exigir a presença do sindicato é garantia que seus direitos sejam respeitados. O representante do sindicato que conduz a homologação tem conhecimento da Convenção Coletiva de Trabalho e das outras legislações trabalhistas, estando pronto para tirar dúvidas e dar explicações ao trabalhador.

  11. Estabilidade no emprego até 5 meses após o parto

  12. Estabilidade no emprego antes de se aposentar: Não poder ser demitida a partir do momento que faltar 2 anos para se aposentar

  13. Dois descansos de meia hora cada um para a mãe que estiver amamentando

  14. Duração da aula de 50 minutos, sendo o salário calculado com esse tempo e não sobre 60 minutos

  15. Direito a licença de 10 dias no ano para frequentar cursos

Conquistar, manter esses direitos e outros previstos em nossa CCT é tarefa do sindicato, que deve estar fortalecido por quem trabalha em escola particular. Agora, mais do que nunca, diante da reforma trabalhista que prevê que os acordos prevalecem sobre a Lei.

Juntos somos fortes! Seguimos na luta em defesa dos direitos conquistados e novos avanços para todos/as da categoria. Sem um sindicato forte, no próximo ano podemos perder tudo. Pense nisso. Participe e contribua com o seu sindicato. Filie-se! Não existe instituição, não existe poder público, não existe nada que funcione sem contribuição. Se todos se beneficiam com a CCT, é correto também que todos os beneficiados contribuam solidariamente com todos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

10 − quatro =