Segue negociação salarial com escolas particulares

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Nesta última quinta-feira (12/4) A direção do Sinpronorte esteve mais uma vez em Florianópolis para discutir os termos da negociação da nova Convenção Coletiva de Trabalho.

A negociação vai se afunilando para seu fim, porém em alguns pontos ainda não se chegou ao acordo. Ambos os lados já cederam em algumas cláusulas na tentativa de finalizar a negociação. Porém a cláusula da homologação da rescisão do contrato de trabalho no Sindicato ainda gera longos debates e não há consenso. Somado a esta, tem a cláusula do reajuste salarial da categoria e o reajuste do piso salarial no ensino superior dos professores. Nossa defesa, diante da inflação do período de 1,81% é que tenhamos um reajuste nos salários de no mínimo 3%. As escolas resistem em fazer esse repasse nos salários. Em relação ao reajuste do piso salarial do ensino superior, em que já se tinha acertado um reajuste de 10%, as escolas voltaram atrás em sua proposta e estão apresentando somente 5% neste reajuste. Uma última cláusula em discussão é referente a garantia de emprego por aposentadoria. O debate está se a contagem do tempo de aposentadoria por tempo de serviço integral será com ou sem o fator previdenciário. Neste caso defendemos que deve ser uma posição do trabalhador optar no que lhe é mais benéfico.

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