Escolas de Idiomas: negociação segue indefinida

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Diretores do Sinpronorte e do sindicato patronal

A segunda rodada de negociação terminou do mesmo modo que começou: sem definições. Todo o debate da reunião entre Sinpronorte e representante dos donos das escolas girou em torno da proposta de reajuste proporcional (sugerido pelas empresas). Sobre o índice de reajuste salarial pouco foi debatido. A valorização do piso é um dos temas que ainda não entrou em pauta em nenhuma das rodadas.

O Sinpronorte defende reajuste sem perdas, ou seja, acima da inflação. O índice INPC referente à data-base da categoria é 9,9%.

As escolas estão propondo reajuste proporcional para os trabalhadores com menos de 12 meses de trabalho na instituição. O Sinpronorte é contra, pois esta medida geraria diferença salarial entre profissionais que exercem as mesmas funções. Segundo as escolas, seria uma forma de “valorizar quem tem mais tempo de serviço”. Ou seja, querem valorizar diminuindo o salário de quem está a pouco tempo.

O Sinpronorte defende a valorização por tempo de serviço. Por isso, há anos sugere a aplicação do Triênio nas escolas de idiomas. Até hoje, os patrões nunca acataram a sugestão.

O próximo encontro entre sindicato e empresários será no dia 2 de dezembro.

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